Estamos juntas e não somos poucas! Mais de 3 mil mulheres se inscreveram para apoiar as vítimas de violência sexual. Já cadastramos as terapeutas e advogadas voluntárias e avaliamos os serviços públicos de acolhimento em 10 cidades do Brasil. Você sofreu violência sexual? Inscreva-se para receber a lista de terapeutas voluntárias cadastradas mais perto de você. Conhece alguém que foi vítima de violência sexual? Compartilhe com ela este espaço e recomende que se inscrevam.


                  



Um problema que se agrava a cada 11 minutos não pode esperar nem mais um segundo. Você pode nos ajudar a expandir o impacto do Mapa do Acolhimento e garantir que nenhuma outra mulher fique desamparada diante de uma situação de violência. Participe da nossa campanha de financiamento coletivo e fortaleça este movimento:

Sofreu violência sexual?

Inscreva-se para receber informações sobre a rede de acolhimento. Contamos com com mais de 400 terapeutas inscritas de diferentes cidades do Brasil dispostas a oferecer seus serviços gratuitos a você.

0 mulheres já buscaram apoio na rede de acolhimento.

É terapeuta e quer acolher as mulheres?

Inscreva-se para oferecer seu serviço contínuo e gratuito.

0 já ofereceram seus serviços!

É advogada e quer defender as mulheres?

0 estão mobilizadas na minha defesa!

Este mapa foi criado a partir das mais de 2 mil voluntárias que se dispuseram a avaliar os serviços públicos de atendimento a vítimas de violência sexual no Brasil. Ao clicar, os serviços marcados em verde mostram os serviços bem avaliados por elas, os vermelhos os mal avaliados e os amarelos, serviços com déficits a serem resolvidos.








Preparamos essa cartilha pois recebemos muitas inscrições de terapeutas voluntárias e, mesmo respeitando o profissionalismo
de todas, não temos como nos responsabilizar pelas indicações. Pensando em como te ajudar nesse primeiro contato, sugerimos algumas orientações - de modo que você tenha a melhor experiência possível na consulta:



         


Nenhuma mulher deve sofrer sozinha! Conheça os números da nossa rede de acolhimento desde seu lançamento em Junho de 2016:


                        

A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no Brasil. De acordo com uma pesquisa feita pelo IPEA, cerca de 527 mil pessoas são estupradas por ano no país, sendo que 89% das vítimas destes atos violentos são mulheres. 

A recente barbárie do estupro coletivo no Rio de Janeiro chamou atenção de todo o Brasil para este absurdo ao qual as mulheres são diariamente expostas. Estes crimes são resultado da cultura de estupro e de violência contra mulheres que permeiam ainda hoje nossa sociedade machista. Ações e manifestações contra esta cultura, como a #EstuproNuncaMais, viralizaram nas redes sociais e estão tomando as ruas do país.

Este caso mais recente iluminou um grande entrave à assistência a essas vítimas: a falta de informação e a ineficácia de muitos dos serviços especializados neste tipo de atendimento. 

As consequências da violência sexual na vida de uma mulher ou menina são imensuráveis, mas é possível, através de acompanhamento e acolhimento, que elas consigam lidar melhor com esse trauma.

Por isso, criamos este espaço para que terapeutas inscrevam-se como voluntárias para atenderem mulheres vítimas em várias cidades do Brasil. Para quem não é terapeuta mas também quer chegar junto na rede de acolhimento, basta se inscrever para ajudar  a mapear os serviços públicos disponíveis para o auxílio a mulheres vítimas de violência sexual.



O conhecimento sobre estes direitos é essencial para a luta contra a cultura do estupro. Abaixo, algumas legislações que tratam do assunto:

Lei nº 12.845, de 01/08/2013 - obriga os hospitais a atenderem emergencial e integralmente as vítimas de violência sexual.

Lei nº 10.778, de 24/11/2003 - estabelece o que é violência contra mulher e determina que serviços públicos de saúde sejam obrigados a notificar estes casos. 

Decreto nº 7.958, de 13/03/2013 - estabelece diretrizes para o atendimento humanizado às vítimas de violência sexual pelos profissionais de segurança pública e da rede de atendimento do SUS.

Decreto nº 7.393 de 15/12/2010 - dispõe sobre o funcionamento do serviço gratuito Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres.







Meu Rio, Minha Garopaba, Meu Recife, Minha Porto Alegre, Minha Sampa, Minha Igarassu, Minha Jampa, Minha Campina, Minha Ouro Preto e Minha Campinas são organizações locais que compõe a Rede Nossas Cidades, presente em 10 cidades do Brasil. Compartilham a missão de trabalhar para construir cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis através da mobilização de cidadãos. Todas as redes são apartidárias e não recebem recursos de partidos, políticos ou empresas com concessão pública.





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